CNTM e CEPEA avaliam primeira fase da pesquisa sobre tomate de mesa

A Comissão Nacional do Tomate de Mesa (CNTM/Ibrahort) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Cepea – Esalq/USP) realizaram em 13 de Julho reunião virtual de avaliação final da 1ª Fase da pesquisa do mapeamento da tomaticultura.

A pesquisa, desenvolvida pelo Cepea em parceria com o Ibrahort, conta com o patrocínio da UPL OpenAg, realizou na primeira fase o mapeamento da produção de tomate de mesa, além de definir o perfil do tomaticultor brasileiro, com dados já publicados em edição especial da revista Hortifruti Brasil. A CNTM avaliou e validou as 34 regiões identificadas, a área de pesquisa e o foco central do mapeamento.

“Os números mostrados na primeira fase sinalizam um grande potencial produtivo da tomaticultura de mesa em escala nacional. Com exceção do Norte, as demais regiões do País têm polos produtores comerciais de tomate. Seu potencial produtivo também se traduz na geração de renda e de empregos, tendo em vista o elevado investimento em recursos e tecnologia. Essa extensão nacional geográfica, aliada à heterogeneidade no perfil da produção (de familiares a atividades empresariais), sinaliza muitos desafios”, conclui a Professora Doutora Margarete Boteon, coordenadora geral da revista HF Brasil e responsável pela pesquisa.


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Eixos da pesquisa

Regiões produtoras

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