Diagnóstico da Tomaticultura Brasileira avança e apresenta análise sobre o consumo

A Comissão Nacional do Tomate de Mesa (CNTM/Ibrahort) se reuniu virtualmente com a equipe da Cepea/Esalq para discutir pontos do relatório da segunda fase da pesquisa “Diagnóstico da Tomaticultura de Mesa”. A pesquisa tem o patrocínio da UPL OPenAg.

A segunda fase da pesquisa apresentou informações sobre a descrição e análise do consumo do tomate no Brasil. A base de dados para a análise do consumo de tomate no país foi constituída por informações da Consultoria Euromonitor, POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares)/IBGE e o Vigitel (Ministério da Saúde). Além disso, foi mapeado o conteúdo das mensagens no twitter dos brasileiros a respeito do tomate nos primeiros 7 meses do ano.

Consumo

O Brasil ocupa uma posição de destaque nas vendas de tomate fresco: o Brasil é 4° no ranking (países selecionados). Esse posicionamento promove também desafios. O consumo per capita do tomate fresco vem recuando após atingir o pico em 2011. A partir de então, até 2020, o País não conseguiu recuperar o mesmo patamar de vendas.

Vários fatores podem ter contribuído para essa retração: consolidação do consumo, queda do PIB per capita, mudanças de hábitos de consumo e concorrência com outros vegetais.

O desafio para recuperar o patamar de 2011 parte de um conjunto de ações de aumento da eficiência na cadeia, promoção do consumo e de diversificação de cultivares para agregar valor às saladas. As saladas frescas tem crescido em consumo no Brasil e em vários países de destaque no consumo de tomate.

A pesquisa ainda abordará dois eixos: perfil institucional e diagnóstico da cadeia produtiva.

Informações da primeira fase podem ser acessadas AQUI

Fonte: Ibrahort/CNTM/Cepea

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